A formiga bipolar e a cigarra tarja preta!
Nesta fábula não temos formigas trabalhadoras nem cigarras que só aparecem no inverno para pedir comida. Até porque, no Recife não tem inverno.
Aqui a formiga é voadora e já começa, nesta história de terceiro mundo, com um crise de existência: nem é formiga, nem é mariposa. Por isso, não sabe se é de esquerda ou se vota no DEM. Ainda não decidiu se casa ou se monta uma banda de rock progressivo. Pelo menos, não decidiu pela escova progressiva!
Nesta conturbada crise de identidade, ela só tem uma certeza: aparece quando chove e voa direto para luz!
- Mas só quando chove?
- Só quando chove. E muito.
Antes disso, ela era um pingo de chuva. Se transformou em formiga de asa quando avistou, de longe, a luz inebriante da tela do seu computador ou a lâmpada fluorescente da cozinha.
Aí já viu: suicído premeditado!
Não adiantou as amigas avisarem que aquela luz não era de confiança, que era bonita mas que era artificial e que ,na real, aquela luz não valia nem um ponto no Bomclube.
Pelo que tudo indica, luzes e pessoas artificiais estão super na moda e, nossa formiga voadora deprimida e levemente bipolar, voou direto para o lustre da casa do vizinho e morreu eletrocutada.
Aqui jaz uma formiga voadora com grande potencial para se tornar aeromoça ou baliza da banda escolar.
A cigarra, que nem conheceu a formiga (dado à brevíssima existência da mesma) foi atraída por outro tipo de luz: o canto da cigarra macho!
Serelepe e apaixonada voou direto para os braços do amado que, depois do acasalamento, deixou a coitada cuidando da cria sozinha.
Sem pensão alimentar e com oito cigarrinhas para sustentar, ela teve um colapso nervoso e está, atualmente, internada na Tamarineira sob efeito de tranqüilizantes fortíssimos.
A barata, que era amiga da formiga e vizinha da cigarra, vive tranquilamente aguardando a hecatombe nuclear para dominar o mundo!
Moral da história: estou de TPM!



Se toda TPM virasse uma historinha porreta, o mundo seria zen. Faltou uma abelha . Não sei, mas faltou. Tá bom ela produz mel. Mel é doce e não combina com TPM. E daí? Agridoce. Gosto de comida chinesa . Mambo jambo moments.
maravilha
Pois é… deu pra ver que a formiga estava no lugar errado, na TPM errada!! Quén quén quén…
“que dó!! que dó!! que dó!! ”
kkkkkkkkkkkkkkkk
bjus
Téta você é mesmo genial! quero muito um dia poder te conhecer ao vivo e a cores! rsrsr bj
E todas as mulheres do mundo se identificando com a TPM, né? Hahahahahah. Vamos marcar um café Teresa, por esses dias. beijo grande!
Se eu morasse no Recife, tb queria participar desse café!! Téta, se fôsse um texto sobre a minha TPM, o final seria uma bomba enorme explodindo todos os insetos do planeta. Hahaha
Maravilha! muito bm o texto!
Kkkkk téta de tpm. Muito bom!
Nem tou em TPM (ou talvez ela seja uma constante e eu nem descobri ainda), mas tou em clima de “vamos-dar-um-tempo” o que é quase uma TPM, né?
Mas, mudando de assunto e ainda sobre as formigas que voam… Não lembro como são as daí de Recife, mas devem ser as mesma que voam por São Paulo (essas danadinhas, se multiplicam mais que ser humano em época de carnaval), mas descobri (olha isso!) que tem um ninho-casa-formigueiro (sei lá como elas chamam) dentro do tronco de uma árvore na frente de um supermercado na rua aqui do lado de casa. Aí, quase agora (coincidentemente), um calor da bexiga-lixa, tava eu lá comprando meu pão, minha carne e minha coca, aí, vi elas todas saindo, prontas para atacar…. #Medo, aí, vim pra casa e liguei logo a luz de fora. Se quiserem se suicidar, que façam a sujeira lá fora… Putz, comentário nada a ver… é o clima, é o clima…
Téta, dois pontos!
1 – Quero ir no café tb!
2 – TPM viajada do caramba, mulher! Uma onda!
KKKKKKKKKkk
bjs
Só pra não perder o hábito: adoro teus textos, mesmo esses viajados! hahaha
Então vamos todas marcar um café para falar de formigas voadoras! Acho justo.
Adorei o texto! MuitoOo bom! =D